No passado domingo, dia 9 de novembro de 2025, celebrámos com enorme sentido de história e compromisso o 132.º aniversário da Associação Humanitária de Bombeiros Voluntários de Paço de Arcos.
A manhã foi marcada por momentos de profundo simbolismo e homenagem, que relembraram a importância da memória coletiva e o legado daqueles que, ao longo de mais de um século, dedicaram a sua vida ao serviço da comunidade.
As comemorações tiveram início às 09h00, com o Hastear das Bandeiras na Parada de Honra do Quartel-Operacional, um gesto solene que assinalou oficialmente o início das celebrações do aniversário e reafirmou o orgulho de servir sob os valores de humanidade, dedicação e coragem.
Pelas 09h30, seguiu-se a Romagem ao Talhão dos Bombeiros, no Cemitério de Oeiras, um momento de recolhimento e respeito dedicado à memória de todos os bombeiros e dirigentes que já partiram, mas cuja entrega e exemplo continuam vivos na história e no coração da nossa Associação.
Durante a cerimónia, foram evocados os nomes de todos os bombeiros e dirigentes falecidos, conforme publicado em Ordem de Serviço, e sepultados no Talhão dos Bombeiros, num gesto solene que simboliza a continuidade da memória e o reconhecimento eterno por todos quantos dedicaram parte das suas vidas à causa dos Bombeiros Voluntários de Paço de Arcos.
Foi um tributo sentido a todos os que, com altruísmo e bravura, honraram o compromisso de “Vida por Vida”, servindo com dignidade e espírito humanitário a comunidade que amaram e protegeram.
Às 10h00, decorreu a Homenagem ao Patrão Joaquim Lopes, junto ao seu monumento no Jardim Municipal de Paço de Arcos, uma justa evocação à figura ímpar deste herói local, cuja coragem e generosidade continuam a inspirar sucessivas gerações.
Um agradecimento muito especial à Banda da Escola de Música da Associação Humanitária de Bombeiros Voluntários de Linda-a-Pastora, que abrilhantou as comemorações do 132.º Aniversário, acompanhando com grande distinção os momentos solenes e de reconhecimento, tanto no Cemitério de Oeiras como na Homenagem ao Patrão Joaquim Lopes. Um destaque particular para o Toque de Silêncio em saxofone, interpretado com enorme sensibilidade pelo professor Nuno Silvestre, que conferiu a cada momento um tom de respeito, emoção e solenidade.
Estes instantes de tributo e lembrança reforçam o valor da nossa história e a importância de preservar o espírito de missão que une gerações de bombeiros voluntários ao longo de 132 anos.
Com gratidão e determinação, continuamos a honrar o passado e a servir a comunidade com o mesmo compromisso e dedicação que nos guiam desde 1893.











































































